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Lula preso, inicia o cumprimento da pena por corrupção

O discurso, as frases de efeitos, as manifestações, contestando a condenação e a ordem de prisão de Lula significaram o teste importante que as nossas instituições democráticas, através do Poder Judiciário, se submeteram nos últimos anos. O que está em jogo é que todos são iguais perante a lei.

O país assistiu a um dos episódios mais decisivos da atual conjuntura política.  Um condenado ilustre e seus aliados desafiaram o estado, se dizendo perseguido, injustiçado, vítima de um golpe. E as instituições nacionais, cumprindo o que determina o nosso ordenamento jurídico, interpretado pelo estado-juíz, investigaram, acusaram, condenado e desejam cumprir a sentença. Nesta queda de braço, venceram as instituições democráticas. Ainda bem!

Lula e o PT convocaram o país a se posicionar ao seu lado, acreditando na sua narrativa de perseguido político, nos colocando entre acreditar nas instituições do estado democrático de direito, através dos seus policiais, promotores e magistrados, que examinaram o processo, as provas, os laudos, os depoimentos, a peça acusatória, para finalmente emitir um sentença condenatória, confirmada em segundo grau ou acreditar no discurso de Lula e de seus defensores.

Se o país optasse por ficar ao lado do ex-presidente, teria que promover uma revolução e substituir as instituições e o arcabouço jurídico por outro aos moldes do que pregam o lulistas.

As instituições nacionais cumpriram seu papel neste episódio, mas essa é apenas uma etapa, isto não significam que já temos o melhor e mais democrático pais com que sonhamos.

Faz-se necessário prosseguir com o aperfeiçoamento da nossa democracia. As investigações sobre corrupção devem prosseguir, punindo todos os envolvidos, incluindo o senador Aécio Neves e o presidente Temer, para provar que ninguém está acima da lei.

O Congresso Nacional, casa política, representante da cidadania, está sob suspeita, naquele recinto há muitos parlamentares respondendo processos e se valendo do foro privilegiado para escapar das punições merecidas. Uma reforma política profunda, com o fim de privilégios, nos fará muito bem, mas será necessário que os eleitores façam sua parte, renovando os quadros políticos, em outubro próximo.

De tudo, porém, que precisa ser aperfeiçoada, nada é mais urgente que iniciar um plano para acabar de vez com a miséria, diminuir a pobreza e as desigualdades regionais.

O nosso país é tremendamente injusto com a maioria do seu povo. Mais de 30% dos nossos cidadãos nunca tiveram em suas mãos um livro sequer para ler. Somos, junto com o povo africano do sul, os cidadãos que têm a menor taxa de percepção da realidade do planeta.

O discurso de mais de 50 minutos que Lula proferiu em frente da sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, no sábado, dia 07/04, dia do jornalista, antes de se entregar a Polícia Federal, tem muito de verdade, quando se prende ao diagnóstico do nosso povo, porém erra quando fala das realizações dos governos do PT. Os governos petistas não enfrentaram os reais problemas do Brasil e eles estão ai, batendo na porta dos brasileiros, com muito mais dureza. O desemprego e a violência são apenas dois sintomas da gravidade da crise.

Lamento pelo desfecho de um história que começou bela. Um retirante chega a São Paulo, virá operário e se transforma em um mito, um líder, tocando um grandioso projeto de libertação nacional, conquista a credibilidade dos desvalidos, mas resolve jogar tudo dentro de uma cela de 15 metros quadrados e uma sentença condenatória por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Triste, encerro este artigo, propondo que sigamos em frente lutando contra os que nos exploram, pois eles cooptaram  o nosso projeto, ainda vivem e estão soltos para continuar fazendo do Brasil um país de miseráveis.

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O Gilmar Mendes é o dono do Brasil?

 
As declarações de Gilmar Mendes contra os abusos do Ministério Público não parece ser de boa-fé. Da forma e no momento que são feitas, as declarações se prestam a inibir as punições a corruptos. Principalmente os da operação Lava Jato. 

Neste anos todos em que Gilmar está ministro do STF não lembro de um só julgamento conduzido por ele que tenha como alvo os corruptos, políticos de alto cuturno e de bico grande. Gilmar Mendes é um problema para o nosso Judicário. 

Gilmar Mendes, nos últimos dias, após assumir a presidência do TSE, subiu oara ribalta dando ordens e fazendo declarações dirigidas a alvos previamente escolhidos, portando-se como se fosse o dono do país. Só que não!

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Financie seu partido

Política, só com dinheiro limpo

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Financie seu partido

Financie seu partido e seu candidato e ganhe uma democracia limpa, uma política livre da corrupção de empresas e caixa dois. Este é o objetivo da lei eleitoral que proibiu que as empresas financiem campanhas políticas no Brasil.

Você, que como o Partido Verde, apoiou o impeachment e que foi as ruas apoiar a Lava Jato, precisa dar um passo adiante e ajudar os partidos sérios e os bons candidatos a se eleger de acordo com a nova lei e com a ética.

É muito importante doar recursos para pagar as despesas de campanha dos candidatos honestos. Procure a conta de campanha do partido ou do candidato e deposite  qualquer quantia em deposito indentificado, que será fiscalizado pela Justiça Eleitoral, com a prestação de contas exibida via internet, pelo site do TSE.

O candidato pode usar o recurso para imprimir e distribuir suas propostas. Pode utilizar o dinheiro para manter a equipe de campanha, para alugar o carro-som, para pagar as despesas da propaganda de rádio e televisão. Mas não vai poder utilizar sua doação legal para comprar votos e nem poderá abusar do poder econômico.

Financiar legalmente a democracia é a saída para termos políticos limpos.

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