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Prisão de Lula é justa? 54% dos eleitores dizem que é.

O instituto Datafolha perguntou aos brasileiros se acham a prisão de Lula justa ou injusta e o resultado foi que a maioria, 54%, considerou justa, porém, 40% dos entrevistados disseram ser injusto prender o ex-presidente, após condenação em duplo grau de jurisdição, por unanimidade, com todos os recursos rejeitados pelas mais altas corte de Justiça do país.

A maioria dos que opinaram sobre ser justa a prisão de Lula, são de pessoas do sexo masculino, com maior taxa de escolaridade, maior média de salário e morador das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Já os que acham a prisão injusta são os menos escolarizados.

A pesquisa, ao meu ver, expõe o nível de credibilidade da Justiça brasileira. Lula é populista. Fala a linguagem que os excluídos desejam ouvir, mas o sistema deve está preparado para enfrentar pessoas com este perfil e vencê-los em nome da coletividade. Se o Datafolha medisse o nível de confiança dos brasileiros no seu sistema de justiça, desconfio que obteria números semelhantes.

Ao ler esta pesquisa, o CNJ e os magistrados brasileiros deveriam reunir-se urgentemente e refletir o que precisa mudar de fato para que uma sentença condenatória seja aceita como a vontade coletiva do povo brasileiro contra os indivíduos que se desviam das regras de convivência em sociedade.

O sistema punitivo deve sempre está acima dos indivíduos, sendo maior que qualquer um e receber o apoio majoritário dos cidadãos. Se não for assim, não terá legitimidade para seguir exercer o papel de estado-juíz.

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Rombo

170 bilhões de dívida pública é a herança deixada pelo PT

O Congresso Nacional aprovou hoje, 25, de madrugada, a nova meta fiscal de 170,5 bilhões. Isto significa que o governo assumiu um rombo nas contas públicas que terá que ser pago com o sacrifico de todos os brasileiros, mortadelas, coxinhas e quem não foi as manifestações.

Alguém pode perguntar, mas tinha outro jeito?

Agora, com o leite derramado, claro que a saída jurídica era aumentar a meta fiscal de 90 para os 170,5 bilhões aprovada pelos deputados e senadores.

Porém, o fato demonstra que O Poder Executivo abandonou o planejamento e a responsabilidade fiscal e os senhores parlamentares não cumpriram com o seu papel de fiscal em nome do povo.

O sistema de planejamento, orçamento e gestão pública previsto na Constituição Federal e nas leis especificas, prevê, como princípio, o equilíbrio fiscal, que significa gastar só aquilo que arrecada. Por outro lado, as despesas publicas só podem ser realizadas caso tenha receita compatível.

Além do mais, são princípios constitucionais de regência da administração pública a legalidade e a eficiência, conforme art. 37 da Constituição Federal de 1988. Está claro, pelo tamanho do rombo, que nem a legalidade e muito menos a eficiência fizeram parte do ideário dos nossos governantes.

O certo é que o Brasil todo sabe agora que os treze anos de governo do Partido dos Trabalhadores, em conluio com os deputados e senadores da maioria, deixaram como legado, assumido publicamente na sessão de ontem, uma divida de 170,5 bilhões, que será paga por todos os brasileiros acusa de menos serviço público, mais imposto ou aumento na taxa de inflação. Rombo

 

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Placar da comissão

Placar do impeachment: 191 x 143 a favor.

No encaminhamento da votação do relatório do deputado Jovair Arantes, que considera haver indícios de crime de responsabilidade por parte da presidente Dilma Rousseff, os partidos que compõe a Câmara dos Deputados começaram a mostrar suas posições. O relatório foi aprovado na sessão da comissão, na segunda-feira, 11, por 38 votos a favor, contra 27 votos e vai ao plenário, onde necessita alcançar 342 votos, o correspondente a 2/3 dos vossos dos integrantes da Casa Legislativa.

Na comissão o placar entre os partidos ficou assim:

A favor do impeachment: PSDB, PSB, DEM, PRB, PTB, SDS, PSC, PPS, PV e PMB.

Contra fechado: PT, PR, PDT, PCdoB, PSOL, REDE, PTdoB e PEN.

Contra por maioria: PSD e PTN.

Liberou a bancada: PMDB, PP, PHS e PROS.

Levando em consideração as bancadas, cujos partidos estão com posição fechada, o placar do impeachment está assim: 191 votos favoráveis e 143 votos contra.

A decisão estará entre os partidos que liberaram a bancada que somam 127 votos, e os contra por maioria são 49 votos. Ainda tem os 2 votos do PSL e 1 voto sem partido.

As negociações seguirão em marcha acelerada até o domingo, quando o relatório do deputado Jovair Arantes seguirá para o plenário da Câmara dos Deputados.

O vice-presidente Michel Temer, beneficiado direto pelo impeachment, deixou vazar um áudio, no qual  expressa posições de como seria o seu governo, caso assuma a presidência da república. O governo trabalhou para construir a imagem de um vice-presidente golpista e o grupo ligado ao vice-presidente assumiu o audio como um fato positivo.

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