Skip to main content
img_3036.jpg

A violência no Pará esta fora de controle

O Zé Buduia e a Deuzuite estão no passado, como no passado ficaram o guarda civil Zé Guamá e o celebre bandido Zequinha da Estrada Nova. Era um tempo em que se conhecia todos os criminosos por nome e sobrenome. Boca de fumo era um lugar onde se comprava maconha para o lazer. Bandido do bairro não assaltava no bairro. Pobre não roubava pobre. E um só policia dava conta de todos os bandidos da sua área. O índice de criminalidade eram baixos e controlados.

Tudo isso faz parte do tempo de uma segura, tranquila e bela Belém.

A realidade por aqui e por todas as medias cidades paraenses mudou para piorar. Caminhamos para viver em um caos urbano, em todos os sentidos, com a violência sempre crescente e atingindo da pobre senhora que está apertada dentro de um van clandestina e desconfortável para ir ao trabalho, ao barão em seu carrão suv automático.

O planejamento e o plano diretor, aprovado após a Lei Orgânica, construída com participação popular, que previa uma cidade inclusiva, foram substituídos pelas ilegais autorizações de construções de prédios e ocupações do solo urbano, pela especulação imobiliária, consolidando, infelizmente, uma cidade exclusiva.

A crescente pobreza que piorou muito a qualidade de vida dos mais carentes, chegou junto com as incertezas provocadas pela revolução tecnológica, com a explosão de consumo, as crises ambientais e éticas, onde o lucro e a concentração brutal de rendas, fazem milhões de vítimas, todos os minutos, dos dias longos e incertos dos excluídos de toda sorte.

Os bairros de Belém, chamados de nobres, estão cercados por periferias, onde faltam de tudo, inclusive dignidade.

Jovens sem acesso aos bens de consumo, morando em cubículos, sem saneamento, sem área de lazer, com futuro incerto, marginalizados pelos programas e políticas públicas, são abraçadas pelo crime e recrutados como soldados do tráfico, concorrendo a prêmios pela sua coragem e ousadia em matar, roubar, conseguir armas novas e cobrar dividas de outros jovens que viraram viciados.

Os campos de futebol de peladas, como era o campo do Norte Brasileiro ou o da Copala, existentes em todos os bairros da nossa cidade, que antes faziam a alegria da garotada pobre e sem lazer, foram ocupados por prédios e invasões e nem um outro espaço de cultura, esporte e lazer foi ofertado, permitindo uma prática saudável e crescimento intelectual.

É triste ver, por exemplo, as ruínas do Espaço Cultural Mestre Setenta, no Guamá, construído pela Prefeitura de Belém para abrigar e estimular a arte entre os jovens.

Os pais pobres, passam o dia trabalhando, muitos em empregos informais, sem carteira assinada e sem direitos, chegando em casa a noite e cansados, com pouco tempo para acompanhar os dilemas, as incertezas e as angustias de seus jovens filhos, recém saídos da adolescência miserável.

As escolas públicas, que poderiam ser um abraço confortável do estado paraense para nossa juventude, são mal construídas, mal geridas e com profissionais mal remuneradas, com didáticas ultrapassadas, sem equipamentos e  tecnologias, transformando-se em um lugar desinteressante de onde se quer fugir. A escola de tempo integral, embora prometida e debatida em campanha eleitoral, nunca chegou aos bairros de nossas cidades.

É neste dantesco cenário que a violência nasce, cresce, se desenvolve e gera mais e mais violência, capturando o futuro do nosso povo, a juventude.

Nossas cadeias estão abarrotadas, com a capacidade sempre esgotada. Muitos mandados de prisões ainda estão por cumprir, a maioria envolvendo jovens pobres das nossas periferias

Qual é a saída para voltarmos a ter um cenário de bem-estar coletivo, com garantia de paz social e um futuro seguro para os nossos jovens?

Um grupo mais exaltado e constituído de pessoas violentas, propõe endurecimento de pena, encarceramento, armar a sociedade e até a autorização para executar as pessoas suspeitas. Por obvio que isso nunca deu certo e já foi tentado em muitas sociedades, com resultados terríveis. O aumento de violência é sempre o resultado do uso destas soluções imediatistas. Violência gera sempre mais violência.

A saída é tratar a violência com inteligência e muita humanização. A repressão ao crime deve continuar forte. A inteligência polícia precisa atuar para desbaratar os líderes dos crimes e os traficantes, aplicando-lhes penas exemplares. Para os jovens e demais pessoas expostas ou vítimas da violência, o estado deve adotar, urgentemente, políticas públicas inclusivas e geração de emprego, com distribuição de rendas.

A escola de tempo integral, programas de esporte, cultura e lazer, oportunidades em novas tecnologias abraçarão os jovens antes do traficante.

Leia Mais

O Pará está em guerra contra os jovens pobres

O Pará voltou a frequentar as manchetes nacionais por conta de mortes violentas. Desta vez foram dez execuções, todas de jovens e moradores de periferias, em apenas um dia e numa única região, a Grande Belém. Vivemos uma guerra, com o tráfico de um lado recrutando soldados para assaltar e matar e o estado de um outro que não consegue proteger seus cidadãos e nem deixar de fornecer jovens para alimentar o exercíto da criminalidade.

No momento em que escrevo este post, recebo duas mensagem pelo aplicativo waths, com imagens de um confronto no Centro de Recuperação em Marituba. Corpos espalhados, sangue e muitas vítimas.

Quem me acompanha aqui pelo Blog, lembra que a tempos venho alertando para estas execuções. Quando mataram um comunitário do Jurunas que denunciava os traficantes de seus bairro, pedi encarecidamente que a Segurança do Pará fizesse daquele caso um caso exemplar de atuação das Forças Públicas, investigando e punindo, caso contrário os traficantes dominaram aquela periferia.

Violência tomou conta do Pará e agora

 

 

 

Leia Mais

img_2989.jpg

Lula e Círo Gomes em 15m3

Ciro Gomes e dilmaO presidente Lula é o maior líder político pós-nova república e sempre foi maior que as esquerdas, incluíndo o seu próprio partido, o Partido dos Trabalhadores, que se tornou totalmente dependente dos seus passos e decisões. Apesar de está fora da disputa presidencial como candidato, imobilizado em um quarto de 15 m3, sem janelas, seu apoio a um nome terá muita força eleitoral, todos sabem disso.

Apesar do pouco espaço para se movimentar fisicamente, Lula terá que fazer muitos movimentos, olhando para as ruas de um país dividido e desigual.

Algumas perguntas, no entanto, terão que ser respondidas antes da escolha do candidato de Lula.

O que farão as esquerdas e o PT daqui por diante? Como Lula, condenado, inelegível e preso, exercerá sua liderança política para influencias as próximas eleições, uma vez que até agora ele lidera as pesquisas de intenção de votos?

Ontem, ao discursar para os seus apoiadores, em frente da sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, Lula ressaltou as figuras de Guilherme Boulos, candidato do PSOL e Manuela D’Ávila, candidata do PCdoB. Este gesto do ex-presidente foi entendido por alguns como uma provável escolha, embora tenha sido apenas um gesto de retribuição a solidariedade.

Mas e o PT apoiaria a indicação de Lula, deixando de lançar um candidato e receber a transferência de votos de seu maior líder? Um opção mais a esquerda agradaria os eleitores de Lula? Lula de dentro da prisão manteria sua força política para transformar seu apoio em votos?

São muitas as perguntas, algumas que só serão respondidas pelo tempo. Mas é possível arriscar que o PT, sem Lula, terá que fazer um grade esforço para manter-se unido e permanecer com apoio de uma frente de esquerda.

No PT, fora o consenso que é Lula, a liderança com voz de comando é Zé Dirceu, que também enfrenta processos judiciais com desfechos terríveis para bem próximo. Outros nomes não tem a mesma capacidade agregadora, ao contrário, disputam posições e comandos no mesmo patamar.

Os partidos, parceiro do PT, agora, sem Lula como candidato a presidente, não podem arriscar muito, priorizarão vencer a cláusula de desempenho, elegendo no mínimo nove deputados ou obtendo 1,5% dos votos nacionais, conforme a Lei, para  seguir tendo atividade parlamentar e vida política, sendo muito importante o palanque presidencial.

A liderança do ex-presidente sobre os aliados, estava sustentada na possibilidade de ele vencer as eleições e voltar a governar o Brasil, situação inviabilizada pela condenação e aplicação da Lei da Ficha Limpa.

Sem Lula na cabeça de chapa, para o PT liderar a frente de esquerda terá que encontrar um substituto a altura do ex-presidente entre os seus quadros, o que é muito difícil ou apoiar um candidato de outra legenda com chance de disputar a cadeira do Palácio do Planalto. Neste caso, terá que ser de um perfil próximo de Lula e um pouco mais para o centro, o que afastaria seus aliados tradicionais.

Se o PT e as esquerdas, porém, decidirem apostar no nome do ex-ministro Cirio Gomes, o cenário nacional toma um novo rumo. Ciro é do Nordeste,  com apoio dos colégios eleitorais do sudeste, através da força do PT em São Paulo e Minas, passa a ter muita chance de substituir Lula na disputa contra Meireles, Alckmin, Marina, Joaquim Barbosa e Bolsonaro.

Se quiser Ciro Gomes na disputa pra valer terão que operar um tabuleiro que só Lula pode mexer as pedras, mesmo que seja de dentro de um quarto de 15m3 e sem janelas para as ruas.

Leia Mais

img_2976.jpg

Lula preso, inicia o cumprimento da pena por corrupção

O discurso, as frases de efeitos, as manifestações, contestando a condenação e a ordem de prisão de Lula significaram o teste importante que as nossas instituições democráticas, através do Poder Judiciário, se submeteram nos últimos anos. O que está em jogo é que todos são iguais perante a lei.

O país assistiu a um dos episódios mais decisivos da atual conjuntura política.  Um condenado ilustre e seus aliados desafiaram o estado, se dizendo perseguido, injustiçado, vítima de um golpe. E as instituições nacionais, cumprindo o que determina o nosso ordenamento jurídico, interpretado pelo estado-juíz, investigaram, acusaram, condenado e desejam cumprir a sentença. Nesta queda de braço, venceram as instituições democráticas. Ainda bem!

Lula e o PT convocaram o país a se posicionar ao seu lado, acreditando na sua narrativa de perseguido político, nos colocando entre acreditar nas instituições do estado democrático de direito, através dos seus policiais, promotores e magistrados, que examinaram o processo, as provas, os laudos, os depoimentos, a peça acusatória, para finalmente emitir um sentença condenatória, confirmada em segundo grau ou acreditar no discurso de Lula e de seus defensores.

Se o país optasse por ficar ao lado do ex-presidente, teria que promover uma revolução e substituir as instituições e o arcabouço jurídico por outro aos moldes do que pregam o lulistas.

As instituições nacionais cumpriram seu papel neste episódio, mas essa é apenas uma etapa, isto não significam que já temos o melhor e mais democrático pais com que sonhamos.

Faz-se necessário prosseguir com o aperfeiçoamento da nossa democracia. As investigações sobre corrupção devem prosseguir, punindo todos os envolvidos, incluindo o senador Aécio Neves e o presidente Temer, para provar que ninguém está acima da lei.

O Congresso Nacional, casa política, representante da cidadania, está sob suspeita, naquele recinto há muitos parlamentares respondendo processos e se valendo do foro privilegiado para escapar das punições merecidas. Uma reforma política profunda, com o fim de privilégios, nos fará muito bem, mas será necessário que os eleitores façam sua parte, renovando os quadros políticos, em outubro próximo.

De tudo, porém, que precisa ser aperfeiçoada, nada é mais urgente que iniciar um plano para acabar de vez com a miséria, diminuir a pobreza e as desigualdades regionais.

O nosso país é tremendamente injusto com a maioria do seu povo. Mais de 30% dos nossos cidadãos nunca tiveram em suas mãos um livro sequer para ler. Somos, junto com o povo africano do sul, os cidadãos que têm a menor taxa de percepção da realidade do planeta.

O discurso de mais de 50 minutos que Lula proferiu em frente da sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, no sábado, dia 07/04, dia do jornalista, antes de se entregar a Polícia Federal, tem muito de verdade, quando se prende ao diagnóstico do nosso povo, porém erra quando fala das realizações dos governos do PT. Os governos petistas não enfrentaram os reais problemas do Brasil e eles estão ai, batendo na porta dos brasileiros, com muito mais dureza. O desemprego e a violência são apenas dois sintomas da gravidade da crise.

Lamento pelo desfecho de um história que começou bela. Um retirante chega a São Paulo, virá operário e se transforma em um mito, um líder, tocando um grandioso projeto de libertação nacional, conquista a credibilidade dos desvalidos, mas resolve jogar tudo dentro de uma cela de 15 metros quadrados e uma sentença condenatória por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Triste, encerro este artigo, propondo que sigamos em frente lutando contra os que nos exploram, pois eles cooptaram  o nosso projeto, ainda vivem e estão soltos para continuar fazendo do Brasil um país de miseráveis.

Leia Mais

O Brasil não é um país para amadores

Já ouvi esta frase muitas vezes para dizer que não é qualquer solavanco que derrubará os poderosos do poder político e econômico do país. E esta é uma grande verdade histórica.

Os portugueses chegaram e aqui encontraram uma casta de habitantes da própria terra, que já exerciam seu mando, seja pela força ou pelo convencimento, os chefes dos grupos humanos mandava e mandavam muito. Os menos éticos destes chefes se juntaram aos invasores e facilitaram sua dominação.

A Corte Portuguesa deu a cobertura aos patrícios e seus aliados, e deles recebeu os impostos para sustentar um estado gigante, burocrático, ganancioso, modelo herdado do colonialismo romano, mantendo o julgo sobre os demais, que neste caso era a maioria do povo.

O modelo de colonização portuguesa, onde a elite domina a economia e extrai tudo o que pode do povo e da natureza para seu próprio deleite, e o estado, através do poder político, cobra altos impostos para garantir o custo da máquina que mantem a dominação.

Os debaixo sempre lutaram contra a dominação. A luta é histórica, mas não é para amadores.

Os que chegam próximo de uma vitoria sobre o sistema, recebem logo o contra-ataque, que pode vir de muitas maneiras. Seja por cooptação através da corrupção, pela desmoralização, pela morte pessoal ou política dos líderes rebeldes e seus grupos de seguidores.

Hoje, este quadro está bem visível, embora um pouco mais elaborado. Apura-se a corrupção, como forma de sequestro do poder político. O que se vê no Congresso Nacional e no STF, é a reação da elite e de seus aliados, alcançados pelo mínimo, oriundo de um processo democrático constitucional. É uma luta encarniçada entre os que desejam manter o Brasil sobre o julgo daqueles que sempre mandaram e os que desejam um país democrático, justo, igual, que dê oportunidade para todos, com um estado moderno e garantidor do poder da sociedade civil.

As nuances são muitas e é preciso ser profissional para entender. Quando falamos em manter o julgo, podemos separar dois interesse que levam ao mesmo resultado. Os históricos e os cooptados jogam do mesmo lado para desmoralizar o estado democrático de direito. Quando o assunto é um país democrático, ai são vários os atores que trabalham  para usar os mecanismo da democracia, como é o caso das eleições, fazendo as regras que impedem os debaixo de apresentarem suas alternativas com viabilidade. Quando falamos em estado moderno, esbarramos naqueles que desejam que a conta da burocracia cai sobre o salário e o ganho dos de baixo.

Até o capitão do mato por aqui, acaba tendo apoio dos que ele persegue. É que a violência chega apenas na senzala, a casa grande é incansável.

Leia Mais

Todo político é político ?

Nem todo o político é político. Parece estranho dizer isso, mas faz sentido quando ser político é pensar e agir em solidariedade com as pessoas em razão do bem comum. Nestes casos, verdadeiros casos, não precisa exercer mandato público e são políticos.

Algumas pessoas exercem mandato público e usam para os seus próprios interesses, não agindo em prol da coletividade, nem em solidariedade com irmãos e em favor de causas coletivas. Este último está político, mas não é um político.

São estes últimos que roubam, se corrompem, prometem e não cumprem, metem para conseguir mais poder. Acumulam furtunas lesando os cofres públicos.

Quando muitas pessoas dizem que todo o político é um ladrão, estão repudiando este tipo asqueroso, que merece mesmo o repúdio.

Fazer a diferença entre estes dois tipos, separando o joio do trigo, nem sempre é um tarefa simples, alias, não é simples mesmo.

O falso político tem artimanhas. Disfarças seus propósitos, ilude o eleitor como diversos artifícios e até usa os dramas pessoais dos mais pobres para convencê-los a trocar o voto por pequenos e imediatos benefícios.

Quem pode ajudar a mudar isso? Os mais esclarecidos.

Em cada eleição, os bons e verdadeiros políticos, por não se venderem e nem concordar em usar de meios escusos, tem sempre dificuldade em conquistar o voto. Precisam de ajuda e muita ajuda das outras pessoas de bem. Estas devem aderir as candidaturas boas, sadias, comprometidas e levar aos quatro cantos do país, criando o mutirão do bem e da transformação.

 

Leia Mais

Lula é o alíbi

Hoje, 22/03, no STF, ao apreciar o habeas corpus impetrado pela defesa de Lula, os ministro iniciaram um debate para mudar uma recente jurisprudência da corte, que decidiu que iniciar o cumprimento de pena confirmada em segunda instância, não fere o princípio da presunção de inocência, posto que exercido o duplo grau de jurisdição.

Na sessão de hoje, foi firmado o entendimento que o remédio constitucional é cabível. Também foi decidido que o mérito do HC será decido em um nova sessão no dia 04/04. Atendendo um pedido do advogado de Lula, Roberto Batochio, o STF concedeu uma tutela de urgência, solicitada da tribuna, que o TRF 4, se abstenha de determinar o início do cumprimento da pena, enquanto o mérito do HC não for votado.

O que pode acontecer daqui por diante?

No dia 26/03, o TRF4 votará o recurso de Embargo de Declaração. Se rejeitar, o réu Lula já poderia ir direito para cadeia, mas por força desta decisão do STF, ainda ficará solto esperando o termino da votação do mérito do habeas corpus.

Vamos aguardar com muito interesse o desfecho deste caso.

 

Leia Mais

O Pará sem saneamento está no fórum mundial das águas

O que foi fazer a delegação do Pará no Fórum Mundial das Águas? Dizer que o Pará trata mal seus esgotos e que Belém, depois de 400 anos de existência deixa de tratar 93% de todo o esgoto que produz ou foi comunicar que dos R$36 milhões gasto no Parque do Utinga, nem um centavo foi gasto para preservar os mananciais de abastecimento de água da Região Metropolitana de Belém?

O Pará é um estado negligente com as maiores bacias hidrográficas do planeta. Merece nota de repúdio e uma condenação por seu descaso com a maior quantidade de água doce do planeta, sob sua responsabilidade.

Leia Mais

Condenados em duplo grau contam com Gilmar Mendes para se livrar da cadeia

Veja a relação de réus condenados em segunda instâncias que estão torcendo pelo julgamento de Lula no STF, na quinta-feira, na esperança do voto do Ministro Gilmar Mendes, para não cumprir a pena aplicada pela Lava Jato, manejando recursos protelatórios até a velhice.

Enquanto isso, o pobre, preto de periferia, que depende da mãe vender um botijão de gás e a geladeira, para pagar os honorários de um advogado, continuará mofando nas cadeias superlotadas, cumprindo pena antes mesmo da formalização da culpa.

Este outro Brasil não baterá as portas do Supremo, suas ações penais nunca entraram em pauta ou em mesa e seus nomes nunca serão apregoados por qualquer dos Ministros do STF.

Leia Mais

Cidades inclusivas e inteligentes

Gente, carro, poluição, espaço, emprego, segurança, vida, cidades. O que fazer?

As cidades brasileiras pedem socorro, as pessoas querem viver com qualidade vida e a Fundação Verde Herbert Daniel, de olho no futuro, busca soluções para os problemas atuais embarcando no debate de cidades inteligentes, inclusivas e sustentáveis.

A ideia é usar a tecnologia para aproximar as pessoas da gestão compartilhada e eficiente dos problemas comuns que precisam de soluções rápidas e de baixo custo.

Leia Mais